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terça-feira, 21 de junho de 2011

LAGARTO ABREM INSCRIÇÕES PARA CONCURSOS PUBLICO

                                           Inscrições no link a seguir :www.aocp.com.br 

A Prefeitura Municipal de Lagarto, Estado de Sergipe, no uso de suas atribuições legais, mediante as condições estipuladas neste edital, em conformidade com a Constituição Federal e demais disposições atinentes à matéria, TORNA PÚBLICO a realização do CONCURSO PÚBLICO, sob o regime estatutário, para provimento de vagas do seu quadro de pessoal.
PARA NÍVEL FUNDAMENTAL TAXA DE 25,00
                          MÉDIO .................................... 30,00
                          TÉCNICO..................................35,00
                          SUPERIOR................................70,00

terça-feira, 14 de junho de 2011

TÉCNICO EM ANALISES CLÍNICA: ATLAS DE URANALISES

TÉCNICO EM ANALISES CLÍNICA: ATLAS DE URANALISES

ATLAS DE URANALISES

APROVEITEM ESSA DADIVA:
HEMÁCIAS E LEUCÓCITOS

LEVEDURAS EM BROTAMENTO

HEMATÚRIA

LEUCÓCITOS E HEMÁCIAS

ESPERMATOZÓIDES

ENTEROBIUS

FUNGOS

TRICHOMONAS

EXAME DE URINA TIPO 1



Exame de rotina de urina tipo I

Instruções de coleta: assepsia local; desprezando-se o primeiro jato; coletar em frasco adequado.
Condições preferenciais: utilizar amostra recente; sem adição de qualquer conservante; volume mínimo de 12ml; colher após permanecer 2 – 4 hrs sem urinar.
· Fatores que podem modificar a urina de rotina: jejum e dieta; atividade fisica; uso de medicamentos.

Exame físico:

Podem confirmar ou explicar achados nas áreas de bioquímica e microscopia.
Volume:
não é tão importante na urina tipo I e sim na urina 24 hrs.

Cor:

normal: depende da hidratação. Variam de amarelo claro a amarelo citrina.
Anormal: avermelhado: presença de sangue.
Marrom-escura: presença de hemácias, causada por uma hemorragia glomerular (recente) ou desnaturação da hemoglobina (velhas).
Vermelha + turva: sangue (hemacias).
Vermelha + transparente: hemoglobina (plasma vermelho) / mioglobina (plasma normal).
Verde: presença de derivados do fenol (medicamentos).
Amarelo escuro ou ambar: bilirrubina (presença de espuma amarela quando agitada).
Outras cores: medicamentosa.
Aspecto:
Normal: aparência límpida (transparente).
Turvação: pode ocorrer pela presença de cristais, lipídeos, soro, muco, linfa, leveduras, matéria fecal, talco, contraste radiológico, hemácias, leucócitos, cilindros, bactérias, etc.
Ausência de turvação não garante microscopia ou bioquímica normais.

Densidade:
De 1015 a 1025 ou até 1001 a 1035.
Resultados abaixo devem ser repetidos com ingestão de fluídos controlada.
Contrastes radiológicos sobem a densidade, até completa eliminação. Glicosúria e proteinúria sobem a densidade da urina, mas podem ser detectadas pelo exame químico.
O volume, a densidade, o aspecto e a cor devem ser analisados juntos.

pH:
depende do equilibrio ácido-básico e da dieta alimentar.
Normalmente a urina é ácida, mas quando neutra ou alcalina não significa patologia.
Bacteriúrias costumam alcalinizar a urina.

Exame químico:
Utiliza-se as tiras reativas.
Técnica: mergulhar a tira na urina homogeneizada, remover o excesso de urina, agurdar o tempo necessário para a leitura (1 a 2 minutos), comparar as cores com o padrão fornecido.
Variações de testes por fita: pH, densidade, proteínas, glicose, corpos cetônicos, bilirrubinas, urobilinogênio, nitrito, ácido ascórbico, hemácias ou hemoglobina, leucócitos.
Proteínas:
Normal < 10 mg/dl.

Proteinúria: ocorre em doença renal, muitas vezes incipiente, por isso é a mais importante das provas química da urina tipo I.
Aparecem devido a lesões da membrana glomerular, distúrbios que afetam a reabsorção tubular, proteínas produzidas pelos tubulos renais. Exemplo: glomerulonefrites, pielonefrites, doeça renal diabética.

Outras causas de proteinúria: excesso de proteínas normais no plasma. IAM, queimaduras, Ca, leucemia. Lise de hemácias, leucócitos, células epiteliais no trato urinário. Exercício físico intenso; frio intenso, febre.

Inteferentes: urina extremamente alcalina, devido a alteração no tamponamento da fita. Remoção do tampão por permanecer muito tempo com a fita na urina. Contaminação com amônia e detergentes.

Glicose: a urina contem quantidades muito pequenas de glicose, já que o túbulo contornado proximal reabsorve praticamente toda a glicose filtrada. Mas se o paciente tem hiperglicemia que ultrapassa o limiar de reabsorção, haverá glicosúria.
Limiar renal 160 a 180 mg/dl no sangue.

Principal causa de hiperglicemia: diabete melito, portanto também de glicosúria.

Glicosúria renal: paciente com glicemia normal que perdeu ou diminui a capacidade de reabsorçãi renal.
Outras causas de glicuosúria sem hiperglicemia: lesão do SNC, hipertiroidismo.

Corpos cetônicos:

Quando o uso de carboidratos, como fonte de energia, se esgota, o organismo utiliza as gorduras. Neste caso, pode-se detectar cetonuria. NORMALMENTE não temos cetonuria mensurável pois é tranformada em dióxido de carbono e água.
Razões para o aumento no metabolismo das gorduras (anormal): incapacidade de metabolizar carboidratos = diabetes. Perda de carboidratos por vômitos, diarréia. Dietas prolongadas.

Cetonuria: desequilíbrio hidroeletrolitico = desidratação = acidose = coma diabético.
Importante no acompanhamento do diabetes mellitus.

Interferentes: mínimos levodopa.

Sangue:

pode ser em formas de hemácias integras ou destruídas (Hb). A analise química e a microscopica, em conjunto, demonstram se é hemácias ou Hb.

Hemoglobinúria: lise de hemácias no trato urinário. Hemólise intra vascular.
Hb livre + haptoglobina formam grandes complexos que é impossível chegar ao filtrado. Na anemia hemolítica, nas reações transfucionias nas queimaduras graves, nas infecções, nos exercícios físicos intensos, nos envenenamentos químicos ou peçonhentos há uma sobra de Hb livre, então temos hemoglobinúria.
Interferentes: Falso (-): AC ascórbico, nitrito urinário, proteinuria ph < 5. falsos (+): contaminação menstrual, bacteriuria, dietas com vegetais.

Mioglobinuria: destruição muscular. Importante: hemoglobinúria sem hematuria, não deve ser doença renal.

Nitrito:

algumas bactérias, dentre elas o proteus, transformam nitrato em nitrito, portanto nitrito (+) pode significar bacteriúria.

Utilidade da determinação do nitrito: cistites: diagnostico presumível de pielonifrites, avaliação do antibioticoterapia, controle de pacientes de risco a infecções. O teste possui confiabilidade questionável devido a inúmeros interferentes e condições que o falseiam par (+) e para (-), serve apenas como um dado a mais. Falsos (+): urinas não recentes. Falsos (-): falta de nitrato na urina, AC ascórbico, grande quantidade de bactérias devido a transformação de nitrito em nitrogênio, antibioticoterapia.

Bilirrubina urobilinogênio:

Causas de hiperbilirrubinemia: anemias Hemolíticas = icterícia hemolítica. Pancreatites, cálculos, cálcio = icterícia obstrutiva. Hepatites virais, tóxicos = icterícia hepáticas. Interferentes: diminuição: exposição a luz = biliverdina não detectável. AC. Ascórbico e nitrito reduzem a sensibilidade. Valores normais na urina: bilirrubina = ausente. Urobilinogenio = 1 a 4 mg/ 24 horas.

Exame microscópico:

Identifica e quantifica materiais insolúveis na urina (elementos figurados). O sangue, os rins, o tato gênito urinário e a contaminação externa compõe o sedimento (hemácia, leucócitos, células epiteliais, cilindros, bctérias, muco, leveduras, cristais, espermatozóides e artefatos).

Contagem de leucócitos e hemáceas


Centrifugar 10 ml de urina em tubo cônico graduado, a 3000 rpm por 7 minutos. Desprezar o sobrenadante (9 ml), ressuspender o sedimento. Pipetar cerca de 20 μl na camara de Neubauer , contar os leucócitos e hemáceas nos quatro quadrantes externos (cada um deles tem 16 retículos), e multiplicar por 250.

Hemácias

As hemácias não podem entrar no filtrado se o néfron estiver integro, portanto mais de 2 a 3 por campo pode significar patologia.

Causas de hematúria: lesão da membrna glomerular, lesão vascular do trato urinário.
Exemplos de hematúria: glomerulonefrites, infecções agudas, doenças malignas, calculos renais, reações tóxicas e imunológicas, tuberculose renal.

Tipos de hemácias: integras, crenadas, fantasmas, disfórmicas.

Leucócitos

Os leucócitos migram de forma amebóide, para os locais de inflamação e/ou infecção. Portanto piúria significa: inflamação no trato genito urinário, infecção no trato genito urinário. Também pode surgir devido a lesões da membrana glomerular. Bact (+) e leuc (+): infecção. Bact (-) e leuc (+): inflamação. Bact (+) e leuco (-): contaminação, picos da idade, imunodeprimidos.
Exemplos de piuria: pielonefrites, cistites, prostatites, uretrites, glomerulonefrites, lúpus eritematoso sistêmico, tumores. Normal ate 2 ou 3 por campo.

Células epiteliais

São as células de descamação de todo o trato genito urinário, podendo ser encontradas na urina ate 3 a 4 por campo, significando descamação natural do trato. O aumento exagerado significa processo inflamatório. Pode-se distinguir a origem da célula, mas não é recomendável sem corantes supra-vitais.

Cilindros

São formados pela proteína de Tamm-horsfall na luz dos túbulos renais, sua forma é a do túbulo que serviu de molde. São de formação exclusivamente renal, portanto significa patologia renal, o seu encontro no sedimento urinário. Podem conter elementos em seu interior significando que estes elementos estavam presentes nos túbulos por ocasião da formação do cilindro. Túbulos contornado proximal, distal, coletor e ALCA de henle.

Tipos de cilindro:

Cilindro hialino: ate 1 a cada 2 campos, pode ser normal, formado por “gel de proteína”. Grande quantidade aparece na glomerulonefrite, pielonefrite, doença renal crônica, ICC.

Cilindro hemático: contem hemácias em seu interior, significa sangramento no interior do nefron que ocorre em G.N e lesão de túbulos ou capilares renais. Cilindros leucocitários: contem leucócitos em seu interior, significa infecção e/ou inflamação no interior do nefron. Ex: GN e pielo.

Cilindros epiteliais: contem células epiteliais renais.

Cilindros granulosos finos e grosseiros: contem grânulos, provenientes de restos leucocitários, bactérias, etc.

Cilindros cereos: estagio avançado do cilindro hialino, devido a grande liberação de proteína, inclusive em placas. Refringentes e rígidos.

Cilindros adiposos: contem corpos adiposos ovais, provenientes da decomposição dos cilindros celulares de células que contem corpos adiposos, devido a absorção de lipídeos pelos túbulos. Muito refringentes com gotículas de gordura.

Cilindro largos: formados nos tubos coletores, são mais largos, significa uma diminuição do fluxo urinário. Mau prognostico “cilindro da insuficiência renal”.
Bactérias
A urina não deve conter bactérias, sua presença em urina recém emitidas e colhidas com assepsia, significa infecção. É importante sua relação com os leucócitos e outros elementos da urina tipo I.

Leveduras

Normalmente é a cândida albicans, comum em diabéticos e moniliase vaginal (por contaminação).
Parasitos
Aparecem por contaminação fecal (oxiurus) ou vaginal (trichomonas).
Muco
Material protéico proveniente de glândulas e celulas do trato, aparecem em “filamentos de muco”. Sem grande importância clinica, em excesso, pode significar processo irritativo.

Cristais

São formados por precipitações dos sais da urina por alterações na concentração, na temperatura e no ph da urina. Podem formar cálculos renais. A refrigeração da urina precipita a formação de cristais. São divididos em 2 grupos: a) cristais de urina acida e neutra. B) cristais de urina alcalina.

Cristais de urina acida: ácido úrico = comum, refrigeração, gota. Urato amorfo. Urato de sódio. Oxalato de cálcio (vit C). cistina = cistinuria. Leucina (doença hepática cirrose). Tirosina. Colesterol.

Cristais de urina alcalina: fosfato triplo. Fosfato amorfo. Carbonato de cálcio. Biurato de amônio
. Bilirrubina.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Gênero Entamoeba


Entamoeba histolytica / Entamoeba dispar
Agente etiológico determinante da amebíase humana;

MORFOLOGIA
A) FORMA TROFOZOÍTA




B) FORMA CÍSTICA




Ciclo Biológico
1.Contaminação dos alimentos e/ou água por cistos eliminados nas fezes humanas;
2.Ingestão dos cistos pela via oral;
3.Passagem do cisto pelo estômago sem sofrer ação do suco gástrico;
4.Inicio do desencistamento ao final do intestino delgado;
5.Colonização dos trofozoítos no intestino grosso podendo viver como:
5ª.comensal – aderidos à mucosa intestinal, às custas de bactérias e detritos;
5b.parasita – adquirindo caráter agressivo e invasivo para a mucosa intestinal ou determinar a amebíase extra-intestinal, invadindo outros tecidos, atingidos pela migração do parasito pela via hematogênica (fígado, pulmões, cérebro, etc.);
6.Trofozoítos se destacam da mucosa, sofrendo encistamento;
7.Eliminação dos cistos juntamente com as fezes;


* adaptado do Centers for Disease Control and Prevention (CDC)
http://www.dpd.cdc.gov/DPDx/HTML/Image_Library.htm

segunda-feira, 30 de maio de 2011

CONCURSO PUBLICOS! SE LIGA! NÃO A TEMPO HÁ PERDER.

www.seprod.com.br
ATENÇÃO  PROFISSIONAIS DA ÁREA DE ANÁLISES CLÍNICA ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO PUBLICO DO MUNICIO DE DIVINA PASTORA-SE....
                                                                       ABRACEM ESSA EXPERIÊNCIA !!!!

sábado, 21 de maio de 2011

CICLO DA GIARDIA

Gênero Giardia



Giardia lamblia




Agente etiológico determinante da giardíase humana



Morfologia



a) forma cística


b) forma trofozoíta




Ciclo Biológico







* adaptado do Centers for Disease Control and Prevention (CDC)
http://www.dpd.cdc.gov/DPDx/HTML/Image_Library.htm

1.A contaminação do hospedeiro ocorre por ingestão de alimentos, água ou fômites contaminados com cistos viáveis do parasito;

2.O desencistamento é iniciado no estômago (meio ácido) e termina no duodeno e jejuno;

3.Colonização do intestino delgado pelas formas trofozoítas;

4.Encistamento do parasita, principalmente na região do ceco;

5.Eliminação do parasito para o meio externo juntamente com as fezes;

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Curso Técnico em Análises Clínicas

                         Curso Técnico em Análises Clínicas
Auxilia e executa atividades padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Colabora, compondo equipes multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas. Opera e zela pelo bom funcionamento do aparato tecnológico de laboratório de saúde. Em sua atuação é requerida a supervisão profissional pertinente, bem como a observância à impossibilidade de divulgação direta de resultados.

O Curso Técnico em Análises Clínicas poderá abordar os seguintes temas:

  • Parasitologia
  • Microbiologia
  • Imunologia
  • Hematologia
  • Bioquímica
  • Biologia
  • Molecular
  • Urinálise e fisiologia
  • Química e preparo de soluções
  • Biossegurança

Ao concluir o Curso Técnico em Análises Clínicas, você poderá atuar:

  • Hospitais, clínicas e postos de saúde
  • Laboratórios de diagnósticos médicos
  • Laboratórios de pesquisa e ensino biomédico
  • Laboratórios de controle de qualidade em saúde
Fonte: SETEC - Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – MEC.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CICLO DO TRYPANOSOMA CRUZI- O POPULAR BARBEIRO

 Gênero Trypanosoma
Trypanosoma cruzi
Agente etiológico da Doença de Chagas ou Tripanosomíase Americana
Morfologia

                       forma tripomastigota:






 
forma epimastigota:


forma amastigota:

Ciclo Evolutivo:
  • adaptado da Organização Mundial da Saúde (OMS)

1.Triatomíneo infectado defeca e urina, próximo ao local da picada, no momento da hematofagia;
2.Fezes e urina de triatomíneo, contendo formas tripomastigotas metacíclicas, contaminam o hospedeiro (solução de continuidade criada pela picada, tecido mucoso, lesão pré-existente, etc.);
3.Parasito realiza ciclo tecidual por meio da fagocitose das formas tripomastigotas;
4.No interior da célula, as formas tripomastigotas se evadem do vacúolo parasitóforo e se transformam em amastigotas, iniciando-se assim o processo de multiplicação do parasito por divisão binária;
5.Parasita se evade da célula hospedeira, promovendo a infecção de nova célula do tecido, ou então caindo na circulação sangüínea, sendo carreado para outros tecidos, onde poderá realizar a infecção celular, assim como ficar disponível para ser ingerido por um triatomíneo, no momento do repasto sangüíneo do inseto;
6.Triatomíneo ingere formas tripomastigotas sangüíneas durante o repasto sangüíneo;
7.Transformação do parasito em esferomastigota e epimastigota no interior do tubo digestivo do inseto;
8.Multiplicação das formas epimastigotas no intestino médio do inseto;
9.Migração das formas epimastigotas para a ampola retal do inseto e transformação em tripomastigota metacíclicas;