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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

AMEBA


Protozoários
Amebíase

Infecção por protozoários
Pode funcionar como comensal ou invadir os tecidos intestinais ou extraintestinais.
Deve-se diferenciar de shiguelose, giardíase

Pode ser necessaries exames complementares  

Agente infeccioso
Entamoeba histolystica uma ameba parasita, diferente da Entamoeba hartmanni e Entamoeba coli 
Ciclo biológico
Cisto maduro contaminando alimento - desencistamento no intestino delgado - início de divisão - formação de 8 amebas metacísticas - colonização na luz do intestino grosso - invasão das mucosas – formação de úlceras (trofozoítos aí não formam cistos) - trofozoítos entram em divisão – pré cisto - cisto.
Distribuição
Em todas as partes do mundo.
Altas taxas de prevalência em locais sem saneamento e em instituições mentais.
Reservatório
O homem, usualmente doente crônico ou assintomático que elimina cistos.
Modo de transmissão
Principalmente água contaminada com cistos provindos de fezes contaminadas.
Reinfecção – levar fezes à boca.
Vegetais crus contaminados ,Moscas, Mãos sujas
sexual – oral-retal
Pacientes com desenteria tem perigo limitado por ter ausência de cistos e trofozoítas são frageis.

Período de transmissibilidade
Sempre que estiver eliminando cistos e isso pode ocorrer por vários anos.
Sintomas clínicos
De uma desnteria fulminante aguda com febre, calafrios e diarréia mucosanguinolenta.
Desconforto abdominal leve com diarréia e períodos de constipação
Granulomas amebianos
Ulceração na região perianal
Por disseminação sanguínea produz abscessos hepáticos, cerebrais e pulmonares.
Medidas preventivas
Melhoria do ambiente que se vive
Fóssas
Proteção do abastecimento de água e caixas
Educação – lavar as mãos…
Atuação da vigilância sanitária municipal
Telas contra moscas
Métodos de controle
Controle de casos positivos
Notificação sanitária
Desinfecção das áreas de uso destes pacientes
Investigação dos contatos e fonte de infecção
Tratamento claro e eficaz (metronidazol)
Em casos de epidemias – analisar o que esta provocando (água?) e controlar foco.

LEUCEMIA O MAL DO SÉCULO XXI






Leucemia - é um câncer das células sanguíneas. As células do sangue são produzidas na medula óssea, um tecido que está presente na maioria dos ossos. Na leucemia, a medula óssea começa a produzir muitas células brancas do sangue e, por vezes, eles não podem mais cumprir suas funções. Estas células estão continuamente se proliferando, sendo normal para parar este processo. Eles podem ter uma divisão celular mais rápido do que outras células. Com o tempo, estas células anormais substituem as células normais alcance - os glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. Os leucócitos são projetados para ajudar seu corpo a combater infecções. Os glóbulos vermelhos são concebidos para assegurar boa oxigenação a nível celular, necessária para o bom funcionamento do organismo e as plaquetas ajudam a parar o sangramento. Quando as células de leucemia substituir o sangue normal já não pode desempenhar essas funções. Como resultado pode causar hemorragias e hematomas (manchas roxas) com facilidade, pode haver uma fadiga contínua ou pessoas em causa podem ser freqüentemente mal.

Leucemia - Causas, sinais e sintomas

Os sintomas dependem de como a doença está avançada e pode incluir:
- Febre e suores nocturnos
- Infecções freqüentes e incomum
- Fraqueza e fadiga (cansaço)
- Dor de cabeça (cefaléia)
- Aparecimento de hematomas (manchas roxas) no corpo e sangramento da gengiva e do reto
- Aumento do tamanho do abdome, dor no ombro esquerdo ou direito, aumento do baço devido à
- Inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço, axilas ou canal inguinal
- A diminuição de apetite e perda de peso, porque há um sentimento de plenitude.
formas de leucemia crônica, não mais frequentemente do que dar quaisquer sintomas quando a doença está avançada.

Leucemia - Tratamentos

O objetivo do tratamento é para matar células cancerosas de leucemia e permite que as células saudáveis da medula óssea normal é formado. As decisões sobre o tratamento são baseados no tipo de leucemia, estágio da doença, idade do paciente que ele tem, mas também na saúde geral.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O VESTIBULAR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

  • A inscrição deverá ser efetuada, exclusivamente, via internet através do endereço eletrônico www.ccv.ufs.br  no período compreendido entre 8h do dia 18 de julho e 18h do dia 5 de agosto de 2011.
     
  • Imediatamente após o preenchimento do formulário de inscrição, o candidato deverá, no mesmo endereço eletrônico, imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU) e efetuar o pagamento no período de 18 de julho a 10 de agosto de 2011, em qualquer agência do Banco do Brasil, no valor de R$ 70,00 (setenta reais) para o PS Geral e R$ 30,00 (trinta reais) para o PS 3ª séries.

  • Só será aceito pagamento da taxa de inscrição através da Guia de Recolhimento da União (GRU) gerada no endereço eletrônicowww.ccv.ufs.brSomente terá validade o comprovante de pagamento da taxa de inscrição que constar o código de barras da Guia de Recolhimento da União (GRU) com o CPF do candidato.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

NOSSA SENHORA DO SOCORRO ABREM INSCRIÇÕES PARA CONCURSO PUBLICO

302 - TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS - Nossa Senhora do Socorro-SE
Vagas : 1
Salário : 545.00
Carga Horária : 40h semanais
Requisitos : Ensino Médio Completo e Curso Técnico em Análises Clínicas, ou Técnico em Patologia Clínica, ou Técnico Laboratório Clínico e registro no órgão competente.
Experiência : Não exigida
Observações :
Taxa de Inscrição : 40.00

http://www.aocp.com.br/concurso.jsp?id=258

terça-feira, 12 de julho de 2011

LEUCOCITOS

COMO IDENTIFICA-LOS: É MUITO SIMPLES 
     
            NEUTRÓFILO

 É uma Célula muito simples e fácil de ser identificada, logo de cara você notará pois o mesmo apresenta o núcleo segmentado; subdividido em três ou mais é um neutrófilo.
- É Granulócito
- Atua no combate de bactérias e sustâncias estranhas no organismo pelo processo de fagocitose.
-São as células de maior abundância no organismos.

LINFÓCITO
Para identificarmos esta célula, notaremos que o núcleo da mesma ocupa praticamente todo citoplasma celular.
-Ao contrário dos neutrófilos não possuem grânulos; são Agranulócitos.
 - São importantes nas respostas imunes específicas do corpo, incluindo a produção de anticorpos.

O monócito raramente é encontrado em  pessoas normais; mas para identificarmos o núcleo dele é semelhante a um grão de feijão. 
- É Agranulócito
- Atua no combate de bactérias e sustâncias estranhas no organismo pelo processo de fagocitose.

BASÓFILO
Para identifica-lo basta nota a presença de fortes grânulos -bem grosseiros-  
- É Granulócito
-liberam histamina e heparina
EOSINÓFILO
Seus núcleos geralmente têm dois lobos conectados por um filamento, e coram-se na cor laranja-avermelhado.
- É Granulócitos
-O número de eosinófilos circulantes aumenta de forma muito acentuada no sangue circulante durante as reações alérgicas, e durantes as infestações parasitárias.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

TÉCNICO EM ANÁLISES CLINICA: COLORAÇÃO DE GRAM HEMÁCIAS PLAQUETAS E LEUCÓCITOS ...

TÉCNICO EM ANÁLISES CLINICA: COLORAÇÃO DE GRAM
HEMÁCIAS PLAQUETAS E LEUCÓCITOS ...
: "COLORAÇÃO DE GRAM HEMÁCIAS PLAQUETAS E LEUCÓCITOS "

TÉCNICO EM ANÁLISES CLINICA: COLETA DA SANGUE

TÉCNICO EM ANÁLISES CLINICA: COLETA DA SANGUE: "Fase Pré-Analítica Preparo prévio do paciente. Tipo de material e quantidade de amostra a ser coletada. Horário da coleta de determinados ex..."

COLETA DA SANGUE

Fase Pré-Analítica
Preparo prévio do paciente.
Tipo de material e quantidade de amostra a ser coletada.
Horário da coleta de determinados exames.
Tipo e quantidade de anticoagulantes.
Cuidados no transporte e preservação das amostras.
Instruções para identificação.
Verificação da identidade do paciente no momento da coleta.
Procedimentos para punção, visando a redução do volume de sangue retirado, sempre que necessário.
O POP da coleta deve estar distribuído para todas as áreas onde se faz a coleta de amostrtas de pacientes.
Preparação para a Coleta
Cadastro do paciente.
Identificação do paciente.
Identificação da amostra.
Anamnese
Jejum
Stress
Medicamentos
Idade
História clínica
Temperatura axilar
Anticoagulantes
Oxalato e citrato de sódio.
EDTA.
Heparina.
Anticoagulantes
Utilizados em Hematologia
OXALATO DE POTÁSSIO E OXALATO DE AMÔNIO
 São usados em conjunto na maioria das determinações hematológicas. Permitem pequena perda de água pela célula com discretas modificações da morfologia.
Não afeta o volume corpuscular médio e pode ser utilizada para determinações de hemoglobina, hematócrito e contagens eritrócitos e leucócitos. A sua utilização para fazer extensões de sangue está limitada aos dois primeiros minutos devido a intensidade de alterações dos leucócitos tais como vacúolos citoplasmáticos, fagocitose de cristais de oxalatos e lobulação nuclear irregular. Não serve para contagens de plaquetas porque permite a formação de agregados plaquetários.

CITRATO DE SÓDIO
É utilizado para os estudos da coagulação sangüínea. 

ÁCIDO ETILENODIAMINOTETRACÉTICO (EDTA)

O EDTA é utilizado para contagens de células sangüíneas. É semelhante aos oxalatos para a determinação do hematócrito, e superior a eles para os estudos morfológicos, porque os artefatos aparecem mais lentamente e só após uma espera prolongada. Extensões aceitáveis podem ser preparadas após 2 a 3 horas após a coleta do sangue, se estiver refrigerado. Ele impede a agregação de plaquetas e é o anticoagulante de eleição para a contagem de plaquetas.


HEPARINA

A heparina não afeta o volume corpuscular nem o hematócrito. É o melhor anticoagulante para impedir a hemólise e para os testes de Fragilidade Osmótica. Não é satisfatório para as contagens de leucócitos e de plaquetas, devido a aglutinação das células. As extensões coradas apresentam fundo azulado pelas colorações rotineiras, dificultando seu estudo.

CAUSAS DE ERRO

Mesmo quando se usa o anticoagulante preferencial para as contagens celulares, o EDTA, podem ocorrer alterações que provocam erros, a menos que se tomem as precauções apropriadas.

As extensões devem ser preparadas imediatamente. Se outras determinações não puderem ser executadas dentro de 2 a 3 horas, o sangue deve ser refrigerado a 4ºC. A velocidade de hemossedimentação deve ser executada dentro de 2 horas.

Antes de retirar uma amostra de um tubo contendo o sangue para a determinações hematológicas, é importante misturar o sangue muito bem.

SANGUE VENOSO PERIFÉRICO
Região anticubital veia anticubital mediana
veia cefálica
veia basílica
dorso do punho e mãos
Deve-se desinfectar a pele do paciente com álcool éter e deixá-la secar.
Aplica-se no braço um garrote suficientemente apertado para distender a veia, sem causar desconforto. O garrote pode permanecer aplicado durante toda a aspiração do sangue, para assegurar um fluxo adequado e contínuo.
Agulhas de calibre 19 ou 20 (0,9 ou 0,8mm) são adequadas para adultos, e de calibre 21 ou 23 (0,8 ou 0,7mm) para crianças ou adultos com veias finas.
Aspira-se o sangue para dentro da seringa, usando pressão negativa mínima.
Se o garrote ainda não estiver liberado, fazê-lo antes de retirar a agulha, aplica-se pressão diretamente no local da punção, com algodão ou gase esterelizada, mantendo o braço reto ou um pouco elevado.
" Deve-se remover a agulha antes de transferir o sangue para o container, com o devido cuidado, para evitar ferir-se com a agulha".
Verte-se suavemente a amostra de sangue do frasco etiquetado, contendo anticoagulante apropriado e mistura-se suavemente, invertendo quatro ou cinco vezes. A ejeção violenta do sangue pode causar hemólise. Deve-se também evitar agitação do frasco.
Tubo à vácuo.
SANGUE ARTERIAL
femural
Artérias braquial
radial
ERROS NA COLETA DE SANGUE
Usar agulhas de calibre muito fino ou muito grosso;
Aspirar o sangue violentamente após atingir a veia;
Transferir o sangue da seringa sem retirar a agulha, ou com muita pressão e sem escorrer pela parede do frasco;
Agitar violentamente o sangue sem misturá-lo com o anticoagulante;
Não agitar o frasco para dissolver o anticoagulante no sangue;
Produzir estase venosa prolongada pelo uso do garrote;
Deixar contaminar o material a ser utilizado na punção;
Demorar durante a coleta ou ao transferir o sangue para o anticoagulante;
Puncionar veias onde esteja ligado soro ou qualquer outro medicamento e retirar o sangue na mesma agulha ou catéter;
A ocorrência desses erros leva freqüentemente a:
Hemólise;
Trocas metabólicas devido a estase venosa;
Diluição do sangue ou sua contaminação pelo líquido intersticial
Erros nas provas de coagulação;
Contaminação do paciente;
Contaminação do sangue e alteração dos seus componentes, no caso de limpeza inadequada do material;
Coagulação do sangue quando o anticoagulante é impropriamente dissolvido;
Erros nas contagens de células por técnica inadequada na punção digital;
Erros na dosagem de substâncias dissolvidas no sangue;
Formação de hematoma e, mesmo, a não obtenção do sangue;
Diluição do sangue, concentração elevada de substâncias administradas: glicose, potássio, sódio, etc.
Microcoágulos.
COMPLICAÇÕES DECORRENTES DAS PUNÇÕES
O hematoma é formado quando o local da punção não é comprimido ao ser retirada a agulha. Forma-se igualmente pela passagem da veia pela agulha ou quando esta atinge apenas a parede venosa. Nestas duas últimas situações o sangue não escoa pela seringa.
A trombose e, posteriormente , a tromboflebite ocorrem pelo traumatismo da veia por picadas múltiplas. Aqui o fator importante é a infecção transmitida pelo material contaminado ou cuidados precários de assepsia.
Nos pacientes com doença hemorrágica, o sangramento pode persistir por períodos prolongados mesmo que se exerça compressão no local puncionado. A causa básica do sangramento deve ser corrigida e o paciente só será abandonado após cessar a hemorragia.
A lipotimia ocorre especialmente em pacientes emotivos, subnutridos ou hipoglicêmicos. Caracteriza-se por debilidade geral, palidez e sudorese. Pode ser evitada e corrigida pelo preparo psicológico prévio do paciente que é colocado em posição confortável, de preferência deitado. Em certos casos é necessário o auxílio médico.
Em se tratando de crianças, realizar abordagem especial tentando cativar confiança. Evitar o máximo a contenção pela força. Muitas encontram-se aterrorizadas pelo mau hábito dos familiares que prometem castigos por injeções.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

CONCURSO PUBLICO DO MUNICÍPIO DE ARIA BRANCA


           ATENÇÃO GALERINHA !!!!
ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO DO MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA


Inscrições no link a seguir :www.aocp.com.br  

Escolaridade conforme Anexo II Valor da Taxa de Inscrição:
Ensino Superior Completo  R$.......... 100,00
Ensino Médio Completo R$ ................60,00
Ensino Fundamental  ...........................40,00

quinta-feira, 30 de junho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

URANALISE- PARTE 2

Cor:A cor da urina emitida por indivíduos normais, varia de amarelo-citrino a amarelo âmbar fraco, segundo a concentração de pgmentos urocrômicos e, em menor medida de urbilina, uroeritrin, uroporfirinas, riboflavinas, etc. Quandoe m repouso a urina escurece provavelmente pela oxidação de urobilinogênio. Existem vários fatores e constituintes que podem alterare a cor da uirna, incluindo substâncias ingeridas, atividade física, assim como diversos compostos presentes em situações patológicas. As cores comumente encontradas são:

Amarelo clara: é encontrada em pactes poliúricos, diabetes melito e insípido, insuficiência renal avançada, elevado consumo de líquidos, medicação diurética e ingestão de álcool.

amarelo escuro ou castanho: freqüente nos estados oligúricos, anemia perniciosa, estados febris, início de icterícia (presença anormal de bilirrubina), exercício vigoroso e ingestão de arirol, mpacrina, ruibarbo e furandantoínas.

Alaranjada ou avermelhada: é comum em presença de hematúria, hemoglobinúria, mioglobinúria, icterícias hemolíticas, porfirinúrias, e no empredgo de anilina, eosina, fenolftaleína, rfocina, sulfanol, tetranol, trional, xantonina, beterraba, vitamina A, derivados de piridina, nitrofurantoína, fenindiona e contaminação menstrual

Marrom-escuro ou enegrecida: ocorrre no carcioma de bexigam glomerulonefrite aguda, meta-hemoglobonúria, alcaptonúria, febres palustres, melanoma maligno e uso de metildopa ou levodopa, metronidazol, argirol e salicilatos.

Azulada ou esverdeada: deve-se à infecção por pseudomonas, icterícias antigas, tifo, cólera e pela a utilização de azul de Evans, azul de metileno, rboflavina, amitripilina, metocarbamol, cloretos, infican, fenol e santonina (em pH ácido).

Esbranquiçada ou branco leitosa: está presente na quilúria, lipidúria maciça, hiperoxalúria primária, fosfatúria e enfermidades purulentas do trato urinário.

Densidade:
É uma função direta, mas não proporcional do número de partículas na urina. A concentração de solutos na urina varia com a ingestão de água e solutos, o estado das células tubulares e a influência do hormônio antidiurético (HAD) sobre a reabsorção de água nos túbulos distais. A incapacidade de conentrar ou diluir a urina é uma indicação de enfermidade renal ou deficiência hormonal (HAD). Em condições normais (dieta e ingestão de líquidos habituais) o adulto de ambos os sexos produz urinas com densidades de 101 a 1025 g/L, num período de 24 horas. Para uma amostra de urina ao acaso, a densidade pode variar de 1002 a 1030 g/L. Se na fita der uma densidade baixa e o exame microscópico revelar quantidades grandes de hemácias ou leucócitos, deve se aumentar a densidade no laudo (1020 a 1025).

Nitritos +:
É uma prova inidireta para o diagnóstico preoce de bacteriúria significativa e assintomática. Microorganismos comumente encontrados nas infecções urinárias, tais como Escherichia coli, Enterobacter, Citrobacter, Klebsiella e espécies de Proteus contém enzimas que reduzem o nitrato da urina em nitrito. Se tiver mais de 10.000 leucócitos, colocar bactérias freqüentes e odor fétido. Se tiver abaixo de 10.000 leucócitos, desconsiderar o Nitrito +.

Glicose:
Os açucares são componentes normais na urina. Sendo moléculas pequenas, a glicose e outros açucares são facilmente filtrados através dos glomérulos. Para evitar a perda, os carboidratos são reabsorvidos por mecanismos de trasnporte ativo nos túbulos proximais. O mecanismo é bastante eficiente e remove quase toda a glicose normalmente filtrada pelo glomérulo. Quando a concentração de glicose plasmática ultrapassa 180 mg/dL, a capacidade de reabsorção é excedida e o açúcar passa para a urina. Mesmo com teores normais de glicose sanguínea, algum açúcar pode ser encontrado na urina, pois é impossível aos túbulos renais serem totalmente eficientes na capacidade de reabsorção. Quantidades significantes de glicose são detectadas na urina quando houver elevadas concentrações de glicose no sangue, como ocorre no diabetes. A glicose também é encontrada na urina em certas enfermidades do túbulo proximal (síndrome de Fanconi e nefropatia tubular avançada) que podem impedir a capacidade de absorção. No teste de fitam açucares como a galactose, frutose e lactose não interferem com o teste, porém elevadas concentrações de ácido ascórbico, ácido homogentísico, aspirinas, cetonas ou uratos podem provocar a inibição da reação.
Pacientes com diabetes é mais propenso a ter infecções por motivos de lesão renal, devido a urina conter açucar é um meio mais propício para o crescimento bacteriano.
Glicose + Corpos cetônicos = Diabete descompensada.

Corpos Cetônicos: As cetonas são formadas por três substâncias: Acetado, b-hidroxibutirato e acetona. A excessiva formação desses compostos por distúrbiosno metabolismo dos carboidratos e lipídios porovoca o aumento na concentração sanguíena (cetonemia) com a conseqüente excreção urinária (cetonúria). Ocorre a redução de cetonas por volatilização em urinas não analisadas logo após a coleta e/ou não refrigeradas. Cetonúria é indicativo de jejum prolongado, vômito, regime, etc. Ocorre liberação de cetonas, pela queima de lipídios como energia no lugar de glicose. Auxilia na avaliação de diabetes descompensada.

Urobilinogênio: é um pigmento biliar resultante da degrdação da hemoglobina. É formado no intestino a partir da redução da bilirrubina pelas bactérias intestinais. Parte dos urobilinogênio [e reabsorvido no intestino, caindo no sangue e levado ao fígado. Ao passar pelos rins é filtrado pelos glomérulos. Encontra-se grande quantidade de urbilinogênio na urina nas hepatopatias e distúrbios hemolíticos,

PH:
o pH urinário reflete a capacidade do rim em manter va concentração normal dos íons hidrogênio no líquido extracelular. Para conservar um pH constante no sangue (ao redor de 7,4), o glomérulo excreta vários ácido produzidos pela atividade metabólica, tais como ácidos sulfúricos, fosfórico, cítrico, clorídrico, pirúvico, láctico, além dos corpos cetônicos. Os ácidos são excretados principalmente com o sódio. Nas células tubulares, os íons hidrogênio são trocados pelo sódio presente no filtrado glomerular, e a urina torna-se ácida. Os íons hidrogênio são também excretados como íons amônio, Normalmente o PH da urina varia entre 4,6 e 8,0. Níveis abaixo ou acima não são fisiologicamente possíveis.

Hematúria e Hemoglobinas:Hematúria é a presença de um número anormal de hemácias na urina sendo encontradas em pacientes com sangramento ao longo do trato genitourinário. Hematúria maciça, que resulta em urina cor de rosa, vermelha ou marrom, pode ocorrer nas infecções do trato urinário, cálculo renal, tumor do trato urinário, rim polistico e glomerulonefrite pós-estreptocica. A maior parte dos casos de hematúria são microscópicas. A presença de cilindros eritrocitários é a evidência definitiva de sangramento parenquimal renal.

Hemoglobinúria indica a presença de hemoglobina em solução na urina e reflete hemólise intravascular que ocorre durante episódios de síndrome urêmica hemolítica, púrpura trombocitopênica trombótica (PTT), hemoglobinúria paroxística noturna, reações transfusionais hemolíticas, hemólise por toxinas bacterianas (septicemia), veneno de cobra ou aranha, malária e queimaduras severas. Exercícios extenuantes pode ser seguidos de hemoglobinúria. A hemoglobina aparece na urina quando a capacidade de ligação da haptoglobina plasmática estiver saturada. A hemoglobina plasmática é metabolizadaq pelas células renais e ferritiona e hemossiderina, detectadas na urina usando o coantes azul de Prússia. Macrohematúria é a quantidade de sangue detectadas pela visualização da amostra. Microhematúria é o caso onde as hemácias são encontradas somente no exame microscópico.

A importânica do estabelecimento do diagnóstico diferencial entre hemogobinúria e hematúria, a análise do sedimento urinário revela, em se tratando de hematúria, a presença de hemácias intactas, enquanto na hemoglobinúria, não são encontradas hemácias, ou se existirem, são em número reduzido. Como a hemoglobinúria é um achado incomum, um teste positivo para a hemoglobina com um sedimento urinário normal deve ser melhor investigado. Urinas muito alcalinas ou com densidade urinária muito baixa (<1007) podem provocar hemólise dos eritrócitos, liberando o conteúdo de hemoglobina na urina. A presença de hemoglobina é considerada hematúria quando é conhecida a sua origem, apesar de grande dificuldade em distinguir da hemoglobinúria verdadeira.

Proteínas:
algumas causas de proetínas na urina podem ser: lesão da membrana glomerular (distúrbios do complexo imune, amiloidose, agentes tóxicos), comprometimento da reabsorção tubular, mieloma múltiplo, nefropatia diabética, pré-ecâmpsia, proetinúria ortostática e postural.

Bilirrubina:
A bilirrubina conjugada pode estra presente na urina de pctes portadores de enfermidade hepatocelular ou icterícia obstrutiva pelo seu extravasamento para a circulação. Muitas vezes a bilirubinúria precede a icterícia clínica. A icterícia ocasionada pela grande destruição de hemácias não produz bilirrubinúria, pois a bilirrubina sérica está presente na forma não-conjugada, insolúvel em água, e assim não pode ser excretada pelos rins. Pigmentos biliares: a presença é indicativa para problemas no fígado

terça-feira, 21 de junho de 2011

LAGARTO ABREM INSCRIÇÕES PARA CONCURSOS PUBLICO

                                           Inscrições no link a seguir :www.aocp.com.br 

A Prefeitura Municipal de Lagarto, Estado de Sergipe, no uso de suas atribuições legais, mediante as condições estipuladas neste edital, em conformidade com a Constituição Federal e demais disposições atinentes à matéria, TORNA PÚBLICO a realização do CONCURSO PÚBLICO, sob o regime estatutário, para provimento de vagas do seu quadro de pessoal.
PARA NÍVEL FUNDAMENTAL TAXA DE 25,00
                          MÉDIO .................................... 30,00
                          TÉCNICO..................................35,00
                          SUPERIOR................................70,00

terça-feira, 14 de junho de 2011

TÉCNICO EM ANALISES CLÍNICA: ATLAS DE URANALISES

TÉCNICO EM ANALISES CLÍNICA: ATLAS DE URANALISES

ATLAS DE URANALISES

APROVEITEM ESSA DADIVA:
HEMÁCIAS E LEUCÓCITOS

LEVEDURAS EM BROTAMENTO

HEMATÚRIA

LEUCÓCITOS E HEMÁCIAS

ESPERMATOZÓIDES

ENTEROBIUS

FUNGOS

TRICHOMONAS

EXAME DE URINA TIPO 1



Exame de rotina de urina tipo I

Instruções de coleta: assepsia local; desprezando-se o primeiro jato; coletar em frasco adequado.
Condições preferenciais: utilizar amostra recente; sem adição de qualquer conservante; volume mínimo de 12ml; colher após permanecer 2 – 4 hrs sem urinar.
· Fatores que podem modificar a urina de rotina: jejum e dieta; atividade fisica; uso de medicamentos.

Exame físico:

Podem confirmar ou explicar achados nas áreas de bioquímica e microscopia.
Volume:
não é tão importante na urina tipo I e sim na urina 24 hrs.

Cor:

normal: depende da hidratação. Variam de amarelo claro a amarelo citrina.
Anormal: avermelhado: presença de sangue.
Marrom-escura: presença de hemácias, causada por uma hemorragia glomerular (recente) ou desnaturação da hemoglobina (velhas).
Vermelha + turva: sangue (hemacias).
Vermelha + transparente: hemoglobina (plasma vermelho) / mioglobina (plasma normal).
Verde: presença de derivados do fenol (medicamentos).
Amarelo escuro ou ambar: bilirrubina (presença de espuma amarela quando agitada).
Outras cores: medicamentosa.
Aspecto:
Normal: aparência límpida (transparente).
Turvação: pode ocorrer pela presença de cristais, lipídeos, soro, muco, linfa, leveduras, matéria fecal, talco, contraste radiológico, hemácias, leucócitos, cilindros, bactérias, etc.
Ausência de turvação não garante microscopia ou bioquímica normais.

Densidade:
De 1015 a 1025 ou até 1001 a 1035.
Resultados abaixo devem ser repetidos com ingestão de fluídos controlada.
Contrastes radiológicos sobem a densidade, até completa eliminação. Glicosúria e proteinúria sobem a densidade da urina, mas podem ser detectadas pelo exame químico.
O volume, a densidade, o aspecto e a cor devem ser analisados juntos.

pH:
depende do equilibrio ácido-básico e da dieta alimentar.
Normalmente a urina é ácida, mas quando neutra ou alcalina não significa patologia.
Bacteriúrias costumam alcalinizar a urina.

Exame químico:
Utiliza-se as tiras reativas.
Técnica: mergulhar a tira na urina homogeneizada, remover o excesso de urina, agurdar o tempo necessário para a leitura (1 a 2 minutos), comparar as cores com o padrão fornecido.
Variações de testes por fita: pH, densidade, proteínas, glicose, corpos cetônicos, bilirrubinas, urobilinogênio, nitrito, ácido ascórbico, hemácias ou hemoglobina, leucócitos.
Proteínas:
Normal < 10 mg/dl.

Proteinúria: ocorre em doença renal, muitas vezes incipiente, por isso é a mais importante das provas química da urina tipo I.
Aparecem devido a lesões da membrana glomerular, distúrbios que afetam a reabsorção tubular, proteínas produzidas pelos tubulos renais. Exemplo: glomerulonefrites, pielonefrites, doeça renal diabética.

Outras causas de proteinúria: excesso de proteínas normais no plasma. IAM, queimaduras, Ca, leucemia. Lise de hemácias, leucócitos, células epiteliais no trato urinário. Exercício físico intenso; frio intenso, febre.

Inteferentes: urina extremamente alcalina, devido a alteração no tamponamento da fita. Remoção do tampão por permanecer muito tempo com a fita na urina. Contaminação com amônia e detergentes.

Glicose: a urina contem quantidades muito pequenas de glicose, já que o túbulo contornado proximal reabsorve praticamente toda a glicose filtrada. Mas se o paciente tem hiperglicemia que ultrapassa o limiar de reabsorção, haverá glicosúria.
Limiar renal 160 a 180 mg/dl no sangue.

Principal causa de hiperglicemia: diabete melito, portanto também de glicosúria.

Glicosúria renal: paciente com glicemia normal que perdeu ou diminui a capacidade de reabsorçãi renal.
Outras causas de glicuosúria sem hiperglicemia: lesão do SNC, hipertiroidismo.

Corpos cetônicos:

Quando o uso de carboidratos, como fonte de energia, se esgota, o organismo utiliza as gorduras. Neste caso, pode-se detectar cetonuria. NORMALMENTE não temos cetonuria mensurável pois é tranformada em dióxido de carbono e água.
Razões para o aumento no metabolismo das gorduras (anormal): incapacidade de metabolizar carboidratos = diabetes. Perda de carboidratos por vômitos, diarréia. Dietas prolongadas.

Cetonuria: desequilíbrio hidroeletrolitico = desidratação = acidose = coma diabético.
Importante no acompanhamento do diabetes mellitus.

Interferentes: mínimos levodopa.

Sangue:

pode ser em formas de hemácias integras ou destruídas (Hb). A analise química e a microscopica, em conjunto, demonstram se é hemácias ou Hb.

Hemoglobinúria: lise de hemácias no trato urinário. Hemólise intra vascular.
Hb livre + haptoglobina formam grandes complexos que é impossível chegar ao filtrado. Na anemia hemolítica, nas reações transfucionias nas queimaduras graves, nas infecções, nos exercícios físicos intensos, nos envenenamentos químicos ou peçonhentos há uma sobra de Hb livre, então temos hemoglobinúria.
Interferentes: Falso (-): AC ascórbico, nitrito urinário, proteinuria ph < 5. falsos (+): contaminação menstrual, bacteriuria, dietas com vegetais.

Mioglobinuria: destruição muscular. Importante: hemoglobinúria sem hematuria, não deve ser doença renal.

Nitrito:

algumas bactérias, dentre elas o proteus, transformam nitrato em nitrito, portanto nitrito (+) pode significar bacteriúria.

Utilidade da determinação do nitrito: cistites: diagnostico presumível de pielonifrites, avaliação do antibioticoterapia, controle de pacientes de risco a infecções. O teste possui confiabilidade questionável devido a inúmeros interferentes e condições que o falseiam par (+) e para (-), serve apenas como um dado a mais. Falsos (+): urinas não recentes. Falsos (-): falta de nitrato na urina, AC ascórbico, grande quantidade de bactérias devido a transformação de nitrito em nitrogênio, antibioticoterapia.

Bilirrubina urobilinogênio:

Causas de hiperbilirrubinemia: anemias Hemolíticas = icterícia hemolítica. Pancreatites, cálculos, cálcio = icterícia obstrutiva. Hepatites virais, tóxicos = icterícia hepáticas. Interferentes: diminuição: exposição a luz = biliverdina não detectável. AC. Ascórbico e nitrito reduzem a sensibilidade. Valores normais na urina: bilirrubina = ausente. Urobilinogenio = 1 a 4 mg/ 24 horas.

Exame microscópico:

Identifica e quantifica materiais insolúveis na urina (elementos figurados). O sangue, os rins, o tato gênito urinário e a contaminação externa compõe o sedimento (hemácia, leucócitos, células epiteliais, cilindros, bctérias, muco, leveduras, cristais, espermatozóides e artefatos).

Contagem de leucócitos e hemáceas


Centrifugar 10 ml de urina em tubo cônico graduado, a 3000 rpm por 7 minutos. Desprezar o sobrenadante (9 ml), ressuspender o sedimento. Pipetar cerca de 20 μl na camara de Neubauer , contar os leucócitos e hemáceas nos quatro quadrantes externos (cada um deles tem 16 retículos), e multiplicar por 250.

Hemácias

As hemácias não podem entrar no filtrado se o néfron estiver integro, portanto mais de 2 a 3 por campo pode significar patologia.

Causas de hematúria: lesão da membrna glomerular, lesão vascular do trato urinário.
Exemplos de hematúria: glomerulonefrites, infecções agudas, doenças malignas, calculos renais, reações tóxicas e imunológicas, tuberculose renal.

Tipos de hemácias: integras, crenadas, fantasmas, disfórmicas.

Leucócitos

Os leucócitos migram de forma amebóide, para os locais de inflamação e/ou infecção. Portanto piúria significa: inflamação no trato genito urinário, infecção no trato genito urinário. Também pode surgir devido a lesões da membrana glomerular. Bact (+) e leuc (+): infecção. Bact (-) e leuc (+): inflamação. Bact (+) e leuco (-): contaminação, picos da idade, imunodeprimidos.
Exemplos de piuria: pielonefrites, cistites, prostatites, uretrites, glomerulonefrites, lúpus eritematoso sistêmico, tumores. Normal ate 2 ou 3 por campo.

Células epiteliais

São as células de descamação de todo o trato genito urinário, podendo ser encontradas na urina ate 3 a 4 por campo, significando descamação natural do trato. O aumento exagerado significa processo inflamatório. Pode-se distinguir a origem da célula, mas não é recomendável sem corantes supra-vitais.

Cilindros

São formados pela proteína de Tamm-horsfall na luz dos túbulos renais, sua forma é a do túbulo que serviu de molde. São de formação exclusivamente renal, portanto significa patologia renal, o seu encontro no sedimento urinário. Podem conter elementos em seu interior significando que estes elementos estavam presentes nos túbulos por ocasião da formação do cilindro. Túbulos contornado proximal, distal, coletor e ALCA de henle.

Tipos de cilindro:

Cilindro hialino: ate 1 a cada 2 campos, pode ser normal, formado por “gel de proteína”. Grande quantidade aparece na glomerulonefrite, pielonefrite, doença renal crônica, ICC.

Cilindro hemático: contem hemácias em seu interior, significa sangramento no interior do nefron que ocorre em G.N e lesão de túbulos ou capilares renais. Cilindros leucocitários: contem leucócitos em seu interior, significa infecção e/ou inflamação no interior do nefron. Ex: GN e pielo.

Cilindros epiteliais: contem células epiteliais renais.

Cilindros granulosos finos e grosseiros: contem grânulos, provenientes de restos leucocitários, bactérias, etc.

Cilindros cereos: estagio avançado do cilindro hialino, devido a grande liberação de proteína, inclusive em placas. Refringentes e rígidos.

Cilindros adiposos: contem corpos adiposos ovais, provenientes da decomposição dos cilindros celulares de células que contem corpos adiposos, devido a absorção de lipídeos pelos túbulos. Muito refringentes com gotículas de gordura.

Cilindro largos: formados nos tubos coletores, são mais largos, significa uma diminuição do fluxo urinário. Mau prognostico “cilindro da insuficiência renal”.
Bactérias
A urina não deve conter bactérias, sua presença em urina recém emitidas e colhidas com assepsia, significa infecção. É importante sua relação com os leucócitos e outros elementos da urina tipo I.

Leveduras

Normalmente é a cândida albicans, comum em diabéticos e moniliase vaginal (por contaminação).
Parasitos
Aparecem por contaminação fecal (oxiurus) ou vaginal (trichomonas).
Muco
Material protéico proveniente de glândulas e celulas do trato, aparecem em “filamentos de muco”. Sem grande importância clinica, em excesso, pode significar processo irritativo.

Cristais

São formados por precipitações dos sais da urina por alterações na concentração, na temperatura e no ph da urina. Podem formar cálculos renais. A refrigeração da urina precipita a formação de cristais. São divididos em 2 grupos: a) cristais de urina acida e neutra. B) cristais de urina alcalina.

Cristais de urina acida: ácido úrico = comum, refrigeração, gota. Urato amorfo. Urato de sódio. Oxalato de cálcio (vit C). cistina = cistinuria. Leucina (doença hepática cirrose). Tirosina. Colesterol.

Cristais de urina alcalina: fosfato triplo. Fosfato amorfo. Carbonato de cálcio. Biurato de amônio
. Bilirrubina.